Depois de muito prometer, muito rascunhar, muito apagar... finalmente chega pra vocês meu blog de ficção/fixão: www.sobquemascara.blogspot.com
O nome dele é "Sob que máscara?" e já adianto que será um blog de textos menos realistas e menos escancarados, mas - como bem aprendi com o Kundera - não menos sinceros ou pessoais.
Ainda não sei o que sairá desses textos, ou como eles sairão, mas a idéia e escrever pra ser lida! Por isso peço, desde já, que leiam e divulguem, recomendem aos queridos de vocês, queridos. Se gostarem e sentirem vontade, claro... não estou forçando ninguém a nada! hahahahaha.
Sintam-se à vontade também pra opinar, dar sugestões, comentar, e essas coisas todas de texto públicos em blogs...rs
Já tem um comecinho de personagem por lá...
Espero que gostem e aproveitem!!!
(Ah! Os que recebem as potagens deste aqui por email podem entrar no "Sob que máscara?" e optar por cadastrar seu email pra receber as postagens dele também...)
Um beijo grande e à todos, bom início de semana!
domingo, 31 de julho de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
"Apanhar a bola-la, estender a pata-ta"
Ontem foi quinta feira, mas aqui em casa contou como sábado.
E como num bom sábado... nem a Maní escapou! hehehe
Acompanhem a evolução do processo:
Antes:
Durante:
Depois:
Ela está com essas caras fofas na foto, mas não estava feliz com a situação, não, viu?!
Nós até brigamos na hora de cortar os pelos que ficam entrando no olho e colocar o tic-tac ... E olha que pra gente brigar, o assunto tem que sério! rs
(eu ganhei a briga. Se você olhar bem vai encontrar os tic-tacs na franja...hahaha)
Aposto que em momentos como esse ela fica desejando ser gata, me dar uma unhada e ir dormir segura em um lugar bem inacessível!
Pena (pra ela, bom pra mim) que ela é um cãozinho lindo que até consegue ser mal educada um pouco, mas que logo vem me dar beijo e trazer brinquedos!
Confesso que talvez esse seja um bom aprendizado pra mim, eterna dona de gatos... com algumas pessoas vale a pena não ser arisca, saber perdoar rápido e fácil e valorizar o carinho e o amor acima de tudo!
Maní, anotei a lição, amanhã você faz chamada oral, ok?!
rs
Beijos ronronentos e lambidas melequentas pra todos! =)
Ps.:Título de: "Um dia de cão"- Os Saltimbancos - Chico Buarque e Sergio Bardotti
E como num bom sábado... nem a Maní escapou! hehehe
Acompanhem a evolução do processo:
Antes:
Durante:
Depois:
Ela está com essas caras fofas na foto, mas não estava feliz com a situação, não, viu?!
Nós até brigamos na hora de cortar os pelos que ficam entrando no olho e colocar o tic-tac ... E olha que pra gente brigar, o assunto tem que sério! rs
(eu ganhei a briga. Se você olhar bem vai encontrar os tic-tacs na franja...hahaha)
Aposto que em momentos como esse ela fica desejando ser gata, me dar uma unhada e ir dormir segura em um lugar bem inacessível!
Pena (pra ela, bom pra mim) que ela é um cãozinho lindo que até consegue ser mal educada um pouco, mas que logo vem me dar beijo e trazer brinquedos!
Confesso que talvez esse seja um bom aprendizado pra mim, eterna dona de gatos... com algumas pessoas vale a pena não ser arisca, saber perdoar rápido e fácil e valorizar o carinho e o amor acima de tudo!
Maní, anotei a lição, amanhã você faz chamada oral, ok?!
rs
Beijos ronronentos e lambidas melequentas pra todos! =)
Ps.:Título de: "Um dia de cão"- Os Saltimbancos - Chico Buarque e Sergio Bardotti
quinta-feira, 28 de julho de 2011
"Sem me entender em mim"
Eu sou difícil de conhecer.
Eu sou difícil de conquistar.
Eu sou difícil de gostar.
Eu sou difícil de ler.
Eu sou difícil de acompanhar.
E isso me dá algumas garantias.
Não dá pra gostar mais ou menos de mim. Ou gosta ou não gosta.
Por isso eu sei que quem gosta, gosta de verdade. Gosta conhecendo todas as chatices, as manias, os mau-humores, a paciência flutuante, a capacidade de escuta, o humor ácido, os momentos de doçura...
E o contrário também vale: quanto eu gosto, gosto pra valer! E - por mais que eu seja indecisa em muita coisa nessa vida - quando eu gosto, sou fiel a esse gosto.
E assim como eu gosto de poucos, sei que pouco gostam de mim.
E fiz tanta análise nessa vida que já nem ligo pros que não gostam!
.
.
.
.
.
Ontem minha mãe e meu irmão me apresentaram um negócio bacana: http://www.inspiira.org/
Tem um teste bem legal de "personalidade" nesse site. É um pouco longo, então tem que ter paciência, mas vale a pena fazer!
Claro que nem todos os resultados batem 100% mas, por exemplo, o do meu irmão foi até engraçado de tanto que fazia sentido.
Indico que façam e leiam o resultado com bastante atenção. Dá pra se surpreender, se divertir e aproveitar pra fazer umas boas auto-reflexões... rs
Boa sorte!
Eu sou difícil de conquistar.
Eu sou difícil de gostar.
Eu sou difícil de ler.
Eu sou difícil de acompanhar.
E isso me dá algumas garantias.
Não dá pra gostar mais ou menos de mim. Ou gosta ou não gosta.
Por isso eu sei que quem gosta, gosta de verdade. Gosta conhecendo todas as chatices, as manias, os mau-humores, a paciência flutuante, a capacidade de escuta, o humor ácido, os momentos de doçura...
E o contrário também vale: quanto eu gosto, gosto pra valer! E - por mais que eu seja indecisa em muita coisa nessa vida - quando eu gosto, sou fiel a esse gosto.
E assim como eu gosto de poucos, sei que pouco gostam de mim.
E fiz tanta análise nessa vida que já nem ligo pros que não gostam!
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Ontem minha mãe e meu irmão me apresentaram um negócio bacana: http://www.inspiira.org/
Tem um teste bem legal de "personalidade" nesse site. É um pouco longo, então tem que ter paciência, mas vale a pena fazer!
Claro que nem todos os resultados batem 100% mas, por exemplo, o do meu irmão foi até engraçado de tanto que fazia sentido.
Indico que façam e leiam o resultado com bastante atenção. Dá pra se surpreender, se divertir e aproveitar pra fazer umas boas auto-reflexões... rs
Boa sorte!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
"Pense que eu cheguei de leve, machuquei você de leve e me retirei com pés de lã"
Acabam de sair daqui as últimas visitas da temporada (agora a próxima tá agendada só pra setembro). Foi mais de um mês com casa lotada todos os dias. Mais de um mês de gente dando atenção pra Maní quase o tempo todo. Mais de um mês de bons dias e boas noites multiplicados. De passeios turísticos - repetidos ou não - com pessoas diferentes. De mesa cheia e louça sendo usada até esgotar. De barulhos na minha casa que não sejam da construção ao lado. De coisas diferentes na geladeira e no armário. De dicas, instruções, troca de informações. De mais ou menos atenção que pude dar pros que estavam aqui - variando com as tarefas da faculdade e com meu bom (ou mau) humor. Mais de um mês da casa aquecida mais por calor humano que pela "calefação central por louça radiante".
Depois de passar uma semana no Brasil muitos me perguntaram se foi difícil voltar ou "ir embora de novo". Não, não foi! A semana brazuca foi uma delícia, cheia de reencontros gostosos e gordos, mas foi também cansativa, correria pra todo lado, sem ter nossa casa pra voltar, nosso cantinho pra descansar.
Foi uma delícia ir, mas foi bom também voltar. Foi bom e foi fácil! (não que eu não tenha chorado um pouquinho no aeroporto e nas despedidas...rs)
O que eu venho tendo cada vez mais certeza é que muito mais difícil do que voltar pra casa é deixar os que vêm visitar voltarem pras suas casas.
Por mais que a casa fique bagunçada, por mais que fiquemos sem "intimidade (como ter que colocar roupa e não pijama depois do banho, por exemplo), não importa, as visitas são muito boas!
Não só porque enchem o ambiente, mas porque são todos muito importantes e queridos os que passam (passaram, passarão, passarinho) por aqui!
E fica sempre um gostinho de quero mais.
E a casa fica vazia e enorme. E as coisas param nos seus lugares. E as luzes param apagadas quando devem estar. E a Maní fica mais sozinha. E eu fico sempre chorando quando alguém sai.
É difícil me despedir. Difícil não é ficar, mas sim deixar-los ir.
Mas... quer saber?
Que venham os próximos!!!
Depois de passar uma semana no Brasil muitos me perguntaram se foi difícil voltar ou "ir embora de novo". Não, não foi! A semana brazuca foi uma delícia, cheia de reencontros gostosos e gordos, mas foi também cansativa, correria pra todo lado, sem ter nossa casa pra voltar, nosso cantinho pra descansar.
Foi uma delícia ir, mas foi bom também voltar. Foi bom e foi fácil! (não que eu não tenha chorado um pouquinho no aeroporto e nas despedidas...rs)
O que eu venho tendo cada vez mais certeza é que muito mais difícil do que voltar pra casa é deixar os que vêm visitar voltarem pras suas casas.
Por mais que a casa fique bagunçada, por mais que fiquemos sem "intimidade (como ter que colocar roupa e não pijama depois do banho, por exemplo), não importa, as visitas são muito boas!
Não só porque enchem o ambiente, mas porque são todos muito importantes e queridos os que passam (passaram, passarão, passarinho) por aqui!
E fica sempre um gostinho de quero mais.
E a casa fica vazia e enorme. E as coisas param nos seus lugares. E as luzes param apagadas quando devem estar. E a Maní fica mais sozinha. E eu fico sempre chorando quando alguém sai.
É difícil me despedir. Difícil não é ficar, mas sim deixar-los ir.
Mas... quer saber?
Que venham os próximos!!!
quinta-feira, 21 de julho de 2011
"Agora eu era herói..."
Na semana passada veio me visitar minha prima e grande amiga de infância, Nathalia:
E dentro do pouco que conseguimos conversar estávamos comentando sobre a imagem que temos de nós mesmas ao longo dos anos...
Aquela sensação quando olhamos pra um primo ou irmão mais novo e pensamos: "nossa, ele é tão criança, eu era tão mais adulta nessa idade; na verdade eu era quase o que eu sou hoje".
Acho que nem sempre percebemos que crescemos, o quanto crescemos e o que mudou em nós. Talvez com um pouco de reflexão (e/ou análise. rs) isso fique mais claro, mas na maioria das pessoas com quem converso sobre isso, persiste essa sensação do "eu já era como sou", sem se notar muito as "evoluções da idade". rs
Mas sabe aquelas peças que a memória prega na gente? Como quando sentimos um cheiro e instantaneamente vamos parar em algum lugar longínquo, ou quando ouvimos uma música e nos sentimos ao lado de determinada pessoa?
Hoje essas duas coisas aconteceram comigo e, além delas, uma terceira ainda mais potente:
Meu pai e família estão de visita nessa semana e hoje subimos a montanha pra ir até Farellones pras crianças conhecerem a neve e brincarem um pouco de congelar. No final do dia, ainda lá em cima, encontrei um amigo que não via a muitos anos, da minha época de adolescência...
Na hora do encontro foi aquela coisa boa de "Nossa, quanto tempo! Tá fazendo o que aqui? O que já fez de bom no Chile? Fica até quando?Etc", mas a onda de lembranças, sensações, sentimentos, até músicas e cheiros que esse encontro inusitado traria, viria só mais tarde...
E junto com tudo isso veio também pensamentos que eu nem sabia mais que poderia ter. Pensamentos que ao mesmo tempo que me habitam, não fazem mais parte de mim.
Meus 18 anos nem parecem tão longe assim (ok,ok...assumo que estou ficando velha...rs), tanto que posso reconhecer tais sensações como minhas, tanto que os sentimentos que vem com as lembranças apertam de leve o coração. Mas vem ao mesmo tempo a noção de que o que afeta é a lembrança, a nostalgia pelo que passou; não a emoção em si pois esta, claramente, ficou lá trás.
E quer saber? É muito bom notar que a adolescente também ficou pra trás. Que apesar de às vezes eu achar que sou a mesma pessoa que era quando entrei pela primeira vez na faculdade (meo deos! meu irmãozinho é tão jovem pra Federal! rs), sou (não "estou", "sou" mesmo!) na verdade completamente diferente, muito mais forte e resistente e crescida e gordinha e madura e chata (tá vai, isso eu sempre fui) e bonita por dentro e por fora (porque não custa nada agradar o ego! hahaha)
E nessas horas agradeço por ter os cabelos brancos na cabeça e os calos no coração!
"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é", sim, mas cada dor e cada delícia no seu tempo certo!
Ainda bem!!!
E dentro do pouco que conseguimos conversar estávamos comentando sobre a imagem que temos de nós mesmas ao longo dos anos...
Aquela sensação quando olhamos pra um primo ou irmão mais novo e pensamos: "nossa, ele é tão criança, eu era tão mais adulta nessa idade; na verdade eu era quase o que eu sou hoje".
Acho que nem sempre percebemos que crescemos, o quanto crescemos e o que mudou em nós. Talvez com um pouco de reflexão (e/ou análise. rs) isso fique mais claro, mas na maioria das pessoas com quem converso sobre isso, persiste essa sensação do "eu já era como sou", sem se notar muito as "evoluções da idade". rs
Mas sabe aquelas peças que a memória prega na gente? Como quando sentimos um cheiro e instantaneamente vamos parar em algum lugar longínquo, ou quando ouvimos uma música e nos sentimos ao lado de determinada pessoa?
Hoje essas duas coisas aconteceram comigo e, além delas, uma terceira ainda mais potente:
Meu pai e família estão de visita nessa semana e hoje subimos a montanha pra ir até Farellones pras crianças conhecerem a neve e brincarem um pouco de congelar. No final do dia, ainda lá em cima, encontrei um amigo que não via a muitos anos, da minha época de adolescência...
Na hora do encontro foi aquela coisa boa de "Nossa, quanto tempo! Tá fazendo o que aqui? O que já fez de bom no Chile? Fica até quando?Etc", mas a onda de lembranças, sensações, sentimentos, até músicas e cheiros que esse encontro inusitado traria, viria só mais tarde...
E junto com tudo isso veio também pensamentos que eu nem sabia mais que poderia ter. Pensamentos que ao mesmo tempo que me habitam, não fazem mais parte de mim.
Meus 18 anos nem parecem tão longe assim (ok,ok...assumo que estou ficando velha...rs), tanto que posso reconhecer tais sensações como minhas, tanto que os sentimentos que vem com as lembranças apertam de leve o coração. Mas vem ao mesmo tempo a noção de que o que afeta é a lembrança, a nostalgia pelo que passou; não a emoção em si pois esta, claramente, ficou lá trás.
E quer saber? É muito bom notar que a adolescente também ficou pra trás. Que apesar de às vezes eu achar que sou a mesma pessoa que era quando entrei pela primeira vez na faculdade (meo deos! meu irmãozinho é tão jovem pra Federal! rs), sou (não "estou", "sou" mesmo!) na verdade completamente diferente, muito mais forte e resistente e crescida e gordinha e madura e chata (tá vai, isso eu sempre fui) e bonita por dentro e por fora (porque não custa nada agradar o ego! hahaha)
E nessas horas agradeço por ter os cabelos brancos na cabeça e os calos no coração!
"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é", sim, mas cada dor e cada delícia no seu tempo certo!
Ainda bem!!!
terça-feira, 19 de julho de 2011
"Vou cantar-te nos meus versos"
Hehehe. Brincadeira, não tô fazendo poesia, não!
Vim só contar um pouquinho da visita do Brasil (que já tem quase um mês...rs)
Na verdade, na verdade, esse será um post de muitas fotos! rs
Claro que falta foto de um monte de gente e de um monte de situações.
Foram poucos dias, foi super corrido, mas tentamos ver o máximo de pessoas possíveis, visitar os lugares que precisávamos, comer as comidas de que sentíamos falta...enfim...vamos lá!
Primeiro as famílias:
- Conseguimos passar o aniversário do Claudio com ele!!
Vim só contar um pouquinho da visita do Brasil (que já tem quase um mês...rs)
Na verdade, na verdade, esse será um post de muitas fotos! rs
Claro que falta foto de um monte de gente e de um monte de situações.
Foram poucos dias, foi super corrido, mas tentamos ver o máximo de pessoas possíveis, visitar os lugares que precisávamos, comer as comidas de que sentíamos falta...enfim...vamos lá!
Primeiro as famílias:
- Conseguimos passar o aniversário do Claudio com ele!!
Pai e filhos
Família Alcaide G. Passerini
O aniversariante e as mulheres!
- Fizemos um tradicional churrasco super gostoso com a família Ramalho! (claro que só lembramos das fotos super no final do dia!)
Com a Patricia
Olha o tamanho dos meus irmãozinhos!
Com o meu pai
- Aquela reunião louca da família Lima Louca que sempre acontece só no natal se repetiu em plena metade do ano! E ainda junto com um pouquinho dos Ismerim Nascimento! Reunimos a galera toda numa pizzaria e tivemos uma noite muito gostosa! (também faltam várias fotos...)
- E os amigos não ficaram de fora! Mas as fotos com eles sim... =/
Só consegui recuperar essa:
- Escolhemos essa data ao redor de 20 de junho pra ir pro Brasil justamente porque queríamos conhecer nossa nova sobrinha, a Helena. Então reservamos um dos dias pra ir pra Piracicaba encontrar essas pessoas queridas! (algumas dessas fotos são de arquivos pessoais deles, mas são imperdíveis!)
Foto mais linda!
Dois lindos!
Concentrados no peixinho delicioso!
Risada mais gostosa da tia!
Queridos Vivi e Casão!
Linda Helena!
E esse é o resumo visual que ficou da nossa rápida visita!
Mas o mais importante - mais ainda do que a barriga cheia - foi voltar pra casa com o coração aquecido, cheio do carinho que recebemos, cheio do amor e da atenção das pessoas que se mobilizaram pra nos encontrar...
Em tão poucos dias não dá tempo de matar a saudade de verdade, mas serve pra lembrar o quanto amo todos vocês que ficaram por aí!
Já (ou ainda?) estou com saudades!!!
Aos que não estão nas fotos, lembrem-se que não são nem um pouco menos queridos...
Amigos, família, AV`s, cada abraço foi uma delícia e uma honra! Obrigada!!!
Beijos
sábado, 16 de julho de 2011
Qualquer semelhança....
Percepção da Nathalia, minha prima e uma das visitas de julho:
MOnicão:
MAnicão:
MOnicão:
MAnicão:
Destaque pras patas fofas, os focinhos curtos, a caída das orelhas e os cabelos em formato de M!
Beijocas!
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